Acórdão de 2º Grau

Contratos Bancários 0800508-91.2024.8.18.0066


Ementa

Ementa: DIREITO CIVIL E DO CONSUMIDOR. RECURSO INOMINADO. EMPRÉSTIMO CONSIGNADO. IDOSO E ANALFABETO. ALEGAÇÃO DE FRAUDE. CONTRATO ASSINADO E VALOR DEPOSITADO EM CONTA INDICADA. LEGALIDADE DO NEGÓCIO JURÍDICO. INEXISTÊNCIA DE DANO MORAL. RECURSO DESPROVIDO. I. CASO EM EXAME Recurso inominado interposto por JOSE ALVES DE LIMA contra sentença da Vara Única da Comarca de Pio IX/PI, que julgou improcedente ação declaratória de nulidade contratual c/c tutela antecipada, repetição de indébito e indenização por danos morais e materiais movida contra o BANCO PAN S.A. O autor alegava jamais ter contratado empréstimo consignado com descontos em benefício previdenciário, sustentando ser idoso, analfabeto e hipossuficiente. A sentença entendeu válida a contratação, diante da juntada de contrato assinado e comprovante de depósito dos valores. O recurso busca a declaração de nulidade do contrato, restituição em dobro dos valores descontados e indenização por danos morais. II. QUESTÃO EM DISCUSSÃO Há duas questões em discussão: (i) definir se há nulidade no contrato de empréstimo consignado em razão da alegada fraude e da condição de vulnerabilidade do autor; (ii) estabelecer se é devida a indenização por danos morais e a restituição em dobro dos valores descontados. III. RAZÕES DE DECIDIR Reconhece-se a existência de relação de consumo entre as partes, aplicando-se o Código de Defesa do Consumidor e a possibilidade de inversão do ônus da prova, conforme art. 6º, VIII, do CDC e Súmula 26 do TJ-PI. O banco apresentou instrumento contratual assinado e comprovante de transferência dos valores à conta indicada, não impugnados pelo autor, preenchendo os requisitos legais para a validade do negócio jurídico. A demonstração da efetiva disponibilização dos valores contratados afasta a alegação de vício de consentimento ou de fraude, nos termos da Súmula 18 do TJ-PI e da jurisprudência do TJ-PI. Não demonstrado ato ilícito ou dano decorrente da contratação válida, não há que se falar em indenização por danos morais ou repetição de indébito. A condição de idoso ou analfabeto, por si só, não invalida o contrato quando presentes elementos suficientes de sua regularidade, conforme Enunciado 20 do Fórum dos Juizados Especiais do Piauí. IV. DISPOSITIVO E TESE Recurso desprovido. Tese de julgamento: A apresentação de contrato assinado e comprovante de transferência bancária é suficiente para comprovar a regularidade de empréstimo consignado, ainda que o contratante seja idoso ou analfabeto. A condição de vulnerabilidade do consumidor não invalida o contrato quando não demonstrado vício de consentimento, fraude ou ausência de repasse dos valores contratados. Não se configura dano moral na contratação válida de empréstimo consignado, tampouco é cabível restituição de valores quando não evidenciada irregularidade na relação jurídica. Dispositivos relevantes citados: CF/1988, art. 5º, XXXII; CDC, arts. 6º, VIII, e 14; CPC/2015, art. 373, II. Jurisprudência relevante citada: STJ, Súmula 297; STJ, Súmula 479; TJ-PI, Súmula 18; TJ-PI, Súmula 26; TJ-PI, Apelação Cível nº 0800249-91.2022.8.18.0058, Rel. Des. Luiz Gonzaga Brandão de Carvalho, j. 10.03.2023; TJ-PI, Apelação Cível nº 0802358-15.2020.8.18.0037, Rel. Des. Raimundo Eufrásio Alves Filho, j. 01.07.2022. (TJPI - APELAÇÃO CÍVEL 0800508-91.2024.8.18.0066 - Relator: HILO DE ALMEIDA SOUSA - 1ª Câmara Especializada Cível - Data 27/02/2026 )

Acórdão

PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO PIAUÍ
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PIAUÍ

1ª Câmara Especializada Cível

APELAÇÃO CÍVEL (198) Nº 0800508-91.2024.8.18.0066
APELANTE: JOSE ALVES DE LIMA
Advogado(s) do reclamante: VALERIA LEAL SOUSA ROCHA
APELADO: BANCO PAN S.A.
Advogado(s) do reclamado: ANTONIO DE MORAES DOURADO NETO
RELATOR(A): Desembargador HILO DE ALMEIDA SOUSA

 

EMENTA

 

DIREITO CIVIL E DO CONSUMIDOR. RECURSO INOMINADO. EMPRÉSTIMO CONSIGNADO. IDOSO E ANALFABETO. ALEGAÇÃO DE FRAUDE. CONTRATO ASSINADO E VALOR DEPOSITADO EM CONTA INDICADA. LEGALIDADE DO NEGÓCIO JURÍDICO. INEXISTÊNCIA DE DANO MORAL. RECURSO DESPROVIDO.

I. CASO EM EXAME

  1. Recurso inominado interposto por JOSE ALVES DE LIMA contra sentença da Vara Única da Comarca de Pio IX/PI, que julgou improcedente ação declaratória de nulidade contratual c/c tutela antecipada, repetição de indébito e indenização por danos morais e materiais movida contra o BANCO PAN S.A. O autor alegava jamais ter contratado empréstimo consignado com descontos em benefício previdenciário, sustentando ser idoso, analfabeto e hipossuficiente. A sentença entendeu válida a contratação, diante da juntada de contrato assinado e comprovante de depósito dos valores. O recurso busca a declaração de nulidade do contrato, restituição em dobro dos valores descontados e indenização por danos morais.

II. QUESTÃO EM DISCUSSÃO

  1. Há duas questões em discussão: (i) definir se há nulidade no contrato de empréstimo consignado em razão da alegada fraude e da condição de vulnerabilidade do autor; (ii) estabelecer se é devida a indenização por danos morais e a restituição em dobro dos valores descontados.

III. RAZÕES DE DECIDIR

  1. Reconhece-se a existência de relação de consumo entre as partes, aplicando-se o Código de Defesa do Consumidor e a possibilidade de inversão do ônus da prova, conforme art. 6º, VIII, do CDC e Súmula 26 do TJ-PI.
  2. O banco apresentou instrumento contratual assinado e comprovante de transferência dos valores à conta indicada, não impugnados pelo autor, preenchendo os requisitos legais para a validade do negócio jurídico.
  3. A demonstração da efetiva disponibilização dos valores contratados afasta a alegação de vício de consentimento ou de fraude, nos termos da Súmula 18 do TJ-PI e da jurisprudência do TJ-PI.
  4. Não demonstrado ato ilícito ou dano decorrente da contratação válida, não há que se falar em indenização por danos morais ou repetição de indébito.
  5. A condição de idoso ou analfabeto, por si só, não invalida o contrato quando presentes elementos suficientes de sua regularidade, conforme Enunciado 20 do Fórum dos Juizados Especiais do Piauí.

IV. DISPOSITIVO E TESE

  1. Recurso desprovido.

Tese de julgamento:

  1. A apresentação de contrato assinado e comprovante de transferência bancária é suficiente para comprovar a regularidade de empréstimo consignado, ainda que o contratante seja idoso ou analfabeto.
  2. A condição de vulnerabilidade do consumidor não invalida o contrato quando não demonstrado vício de consentimento, fraude ou ausência de repasse dos valores contratados.
  3. Não se configura dano moral na contratação válida de empréstimo consignado, tampouco é cabível restituição de valores quando não evidenciada irregularidade na relação jurídica.

Dispositivos relevantes citados: CF/1988, art. 5º, XXXII; CDC, arts. 6º, VIII, e 14; CPC/2015, art. 373, II.
Jurisprudência relevante citada: STJ, Súmula 297; STJ, Súmula 479; TJ-PI, Súmula 18; TJ-PI, Súmula 26; TJ-PI, Apelação Cível nº 0800249-91.2022.8.18.0058, Rel. Des. Luiz Gonzaga Brandão de Carvalho, j. 10.03.2023; TJ-PI, Apelação Cível nº 0802358-15.2020.8.18.0037, Rel. Des. Raimundo Eufrásio Alves Filho, j. 01.07.2022.

 

ACÓRDÃO

Vistos, relatados e discutidos os presentes autos, em Sessão do Plenário Virtual, de 13/02/2026 a 25/02/2026,  em que são partes as acima indicadas, acordam os componentes do(a) 1ª Câmara Especializada Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Piauí, por unanimidade, conhecer e negar provimento ao recurso, nos termos do voto do(a) Relator(a).

 

RELATÓRIO

Trata-se de recurso inominado interposto por JOSE ALVES DE LIMA, contra sentença proferida pelo Juízo da Vara Única da Comarca de Pio IX/PI, nos autos da AÇÃO DECLARATÓRIA DE NULIDADE CONTRATUAL C/C TUTELA ANTECIPADA, REPETIÇÃO DE INDÉBITO E INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS E MATERIAIS, em face de BANCO PAN S.A., ora apelado.

A sentença recorrida julgou improcedentes os pedidos formulados por JOSE ALVES DE LIMA, sob o fundamento de que o banco apresentou contrato devidamente assinado pelo autor, cuja autenticidade não foi questionada, e que houve comprovação da liberação do valor contratado na conta bancária indicada. Entendeu-se, ainda, que a condição de analfabeto ou idoso, por si só, não invalida o negócio jurídico, conforme Enunciado nº 20 do Fórum dos Juizados Especiais do Piauí, e que a disponibilização dos valores afastaria qualquer alegação de prejuízo ou ato ilícito por parte do réu, sendo indevida a reparação por danos morais. Por fim, o autor foi condenado ao pagamento de honorários advocatícios, respeitada a gratuidade da justiça deferida (ID 23836410).

Em suas razões recursais, a parte apelante alega, em síntese, que jamais contratou o empréstimo consignado objeto da demanda, sustentando tratar-se de fraude, e que os descontos mensais comprometeram gravemente seu sustento. Argumenta que é idoso, analfabeto e hipossuficiente, não tendo meios de averiguar a regularidade da contratação. Afirma, ainda, que a sentença ignorou sua vulnerabilidade, deixando de reconhecer a nulidade do contrato e os danos morais sofridos, bem como questiona a imposição da multa por litigância de má-fé. Requer a reforma integral da sentença, com a declaração de nulidade do contrato, restituição em dobro dos valores descontados e indenização por danos morais (ID 23836412).

Nas contrarrazões, a parte apelada alega, em síntese, que apresentou o contrato assinado pelo autor e comprovou a transferência do valor à conta indicada, configurando a legalidade da contratação. Sustenta a ausência de ato ilícito e de danos morais, afirmando que os descontos decorrem de obrigação contratual válida. Argumenta ainda que a concessão da gratuidade de justiça deve ser revista, em razão da capacidade financeira do autor, e que este não buscou resolver a questão administrativamente antes de acionar o Judiciário. Por fim, pugna pela manutenção da sentença (ID 23836416).

Autos não encaminhados ao Ministério Público Superior, por não se tratar de hipótese que justifique sua intervenção, nos termos do Ofício-Circular nº 174/2021 (SEI nº 21.0.000043084-3).

É o bastante relatório.

 

VOTO DO RELATOR

I. DO CONHECIMENTO

Recurso interposto tempestivamente. Preparo recursal não recolhido pelo Apelante, uma vez é beneficiário da justiça gratuita.

Preenchidos os pressupostos processuais exigíveis à espécie, CONHEÇO da Apelação Cível.


II. DA FUNDAMENTAÇÃO

Adentrando no mérito, cumpre destacar que o cerne em discussão gira em torno da análise da nulidade do contrato de empréstimo consignado, supostamente firmado em nome da Apelante, com descontos diretos em seu benefício previdenciário.

Analisando detalhadamente os autos, verifica-se que a Instituição Financeira juntou cópia do instrumento contratual (Id. 23836381) e do comprovante de transferência do valor supostamente contratado (Id. 23836382).

Dito isso, destaco que reconhece-se a presença de típica relação de consumo entre as partes, uma vez que, de acordo com o teor do Enunciado da Súmula no 297 do STJ, as instituições bancárias, como prestadoras de serviços, estão submetidas ao Código de Defesa do Consumidor.

Desse modo, entendo ser cabível a aplicação do art. 6º, VIII, do CDC, relativo à inversão do ônus da prova, considerando-se a capacidade, dificuldade ou hipossuficiência de cada parte, cabendo à instituição financeira, e não à parte autora, o encargo de provar a existência do contrato pactuado, capaz de modificar o direito do autor, segundo a regra do art. 373, II, do Código de Processo Civil.

Nesse caminho, colaciono o entendimento jurisprudencial sumulado no âmbito deste Egrégio Tribunal de Justiça, acerca da aplicação da inversão do ônus da prova nas ações desta espécie, in verbis:

“SÚMULA 26 – Nas causas que envolvem contratos bancários, pode ser aplicada a inversão do ônus da prova em favor do consumidor (CDC, art. 6º, VIII) desde que comprovada sua hipossuficiência em relação à instituição financeira, e desde que solicitado pelo autor na ação.”

 

Nesse enfoque, entendo que o banco Apelado conseguiu desconstituir as assertivas da parte autora, ora Apelante, no sentido de que contratou o empréstimo consignado em arguição, conforme se verifica diante da análise do instrumento contratual e do comprovante apresentados em sede de contestação.

Assim, o banco exprimiu provas capazes de demonstrar, de forma evidente, a existência de fato impeditivo, modificativo ou extintivo do direito da autora, conforme dispõe o art. 373, II do CPC/2015, razão pela qual a relação existente é perfeitamente legal, desviada de vícios e firmada segundo o princípio da boa-fé objetiva.

Dessa forma, é imperioso se reconhecer pela necessidade de manutenção do decisum combatido, tendo em vista que foi preenchido todos os requisitos necessários para comprovação da contratação impugnada.

Ademais, reconhecendo a nulidade do contrato, assim, importa apreciar a responsabilidade do banco demandado pela prática do ato abusivo. Nesse caminho, a Súmula 479 do Superior Tribunal de Justiça estabelece que “As instituições financeiras respondem objetivamente pelos danos gerados por fortuito interno relativo a fraudes e delitos praticados por terceiros no âmbito de operações bancárias”.

A demonstração da transferência (TED OU DOC) do depósito ao beneficiário é indispensável à validade do contrato, conforme súmula nº 18 deste Tribunal de Justiça do Estado do Piauí.

Aponto assim que, durante a análise das provas apresentadas, o documento de comprovação apresentado pelo recorrido é perfeitamente válido, contendo o nome da parte contratante, o número do contrato e o valor transferido, além de apresentar código de verificação, estando, portanto, dentro dos moldes legais.

Nesse sentido, destaco os seguintes julgados do presente Tribunal de justiça:

EMENTA: APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DECLARATÓRIA DE NULIDADE DE RELAÇÃO CONTRATUAL. EMPRÉSTIMO CONSIGNADO. ALEGAÇÃO DE VÍCIO DE CONSENTIMENTO. ART. 595 DO CÓDIGO CIVIL. AUSÊNCIA DE PROVAS. INSTRUMENTO CONTRATUAL VÁLIDO E DEVIDAMENTE ASSINADOCOMPROVANTE DE PAGAMENTO JUNTADO. RECURSO CONHECIDO E DESPROVIDO. 1. No caso, cinge-se a controvérsia acerca da pretensão da parte recorrente em ver reconhecida a nulidade da contratação realizada entre as partes. 2. Ausência nos autos de documentos que embasem a alegação de suposta fraude ou vício de consentimento. 3. Há nos autos contrato devidamente assinado e documentos que comprovam o repasse do valor contratado para a conta da parte autora, sem que haja impugnação da sua titularidade. 4. Dessa forma, restando comprovada a regularidade da avença, não há que se falar em declaração de nulidade contratual, repetição do indébito, tampouco, indenização por danos morais. 5. Recurso conhecido e desprovido. (TJ-PI - Apelação Cível: 080024991.2022.8.18.0058, Relator: Luiz Gonzaga Brandão De Carvalho, Data de Julgamento: 10/03/2023, 2ª CÂMARA ESPECIALIZADA CÍVEL)

PROCESSUAL CIVIL. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO ANULATÓRIA C/C PEDIDO DE REPETIÇÃO DE INDÉBITO E COMPENSAÇÃO POR DANOS MORAIS. DEMONSTRAÇÃO DA VALIDADE DA AVENÇA. CONTRATO NOS AUTOS. COMPROVANTE DE DEPÓSITO ANEXADO. SENTENÇA MANTIDA. I - No que tange à existência do pacto, verifica-se que o Contrato foi devidamente anexado aos autos pelo Apelado, acompanhado de seus documentos pessoais, bem como comprovante válido de transferência dos valores do empréstimo discutido nos autos, comprovada, portanto, a existência da avença pactuada. II - Dessa forma, considerando a inexistência de prova de irregularidade no contrato juntado aos autos, não há que se falar em ato ilícito que justifique a alegada responsabilidade civil do Apelado pelo suposto dano experimentado pela Apelante, razão pela qual improcedem os pedidos de indenização por danos morais e de repetição de indébito. III – Apelação Cível conhecida e desprovida. (TJ-PI - Apelação Cível: 0802358-15.2020.8.18.0037, Relator: Raimundo Eufrásio Alves Filho, Data de Julgamento: 01/07/2022, 1ª CÂMARA ESPECIALIZADA CÍVEL)

 

Destarte, a instituição financeira se desincumbiu do seu ônus de provar que ocorreu o repasse do crédito supostamente contratado à conta de titularidade do autor. Logo, existindo a demonstração do contrato e do pagamento, forçoso declarar a legalidade do negócio jurídico e dos descontos no benefício previdenciário do Apelante, além de indubitável a impertinência da condenação pelos danos morais, bem como a restituição das parcelas adimplidas.


III. DO DISPOSITIVO

Ante o exposto, conheço do recurso e, no mérito, nego-lhe provimento, mantendo a sentença recorrida em todos os seus termos.

Deixo de aplicar o disposto no 85, §11 do CPC em razão dos honorários advocatícios já estarem fixados em seu valor máximo.

Publique-se. Intimem-se.

Transcorrendo o prazo recursal sem manifestação, dê-se baixa na distribuição e proceda-se a remessa dos autos ao Juízo de origem. 

Cumpra-se.

É COMO VOTO. 

 

DECISÃO

 Acordam os componentes do(a) 1ª Câmara Especializada Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Piauí, por unanimidade, conhecer e negar provimento ao recurso, nos termos do voto do(a) Relator(a).

Participaram do julgamento os(as) Excelentíssimos(as) Senhores(as) Desembargadores(as): DIOCLECIO SOUSA DA SILVA, HILO DE ALMEIDA SOUSA e MARIO BASILIO DE MELO.

Acompanhou a sessão, o(a) Excelentíssimo(a) Senhor(a) Procurador(a) de Justiça, ROSANGELA DE FATIMA LOUREIRO MENDES.

 

SALA DAS SESSÕES DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PIAUÍ, em Teresina, 25 de fevereiro de 2026.

 

 

 

 

 

Teresina, 27/02/2026

Detalhes

Processo

0800508-91.2024.8.18.0066

Órgão Julgador

Desembargador HILO DE ALMEIDA SOUSA

Órgão Julgador Colegiado

1ª Câmara Especializada Cível

Relator(a)

HILO DE ALMEIDA SOUSA

Classe Judicial

APELAÇÃO CÍVEL

Competência

Câmaras Cíveis

Assunto Principal

Contratos Bancários

Autor

JOSE ALVES DE LIMA

Réu

BANCO PAN S.A.

Publicação

27/02/2026