TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PIAUÍ
ÓRGÃO JULGADOR : 1ª Turma Recursal
RECURSO INOMINADO CÍVEL (460) No 0803981-78.2021.8.18.0167
RECORRENTE: ANTONIO MARCELO PEREIRA DE ALCANTARA
Advogado(s) do reclamante: DOUGLAS RONNY FARIAS COUTINHO, ANDREIA SARAIVA DE DEUS
RECORRIDO: CREDIPI PROMOTORA DE VENDAS LTDA - ME, BANCO DO BRASIL SA
REPRESENTANTE: BANCO DO BRASIL SA
Advogado(s) do reclamado: RAFAEL DE MORAES CORREIA, NELSON WILIANS FRATONI RODRIGUES
RELATOR(A): 2ª Cadeira da 1ª Turma Recursal
EMENTA
EMENTA RECURSO INOMINADO. DIREITO DO CONSUMIDOR. CONTRATO DE REFINANCIAMENTO DE EMPRÉSTIMO CONSIGNADO. ALEGAÇÃO DE ABUSIVIDADE DA INSTITUIÇÃO FINANANCEIRA. JUNTADA DE CONTRATO ASSINADO. ÔNUS PROBATÓRIO DO BANCO DEVIDAMENTE OBSERVADO NO PROCESSO. ARTIGO 373, II, DO CPC. COMPROVAÇÃO DO NEGÓCIO JURÍDICO IMPUGNADO. IMPROCEDÊNCIA DA DEMANDA. SENTENÇA MANTIDA POR SEUS PRÓPRIOS E JURÍDICOS FUNDAMENTOS. RECURSO CONHECIDO E IMPROVIDO.
RELATÓRIO
RECURSO INOMINADO CÍVEL (460) -0803981-78.2021.8.18.0167 RELATÓRIO Trata-se demanda judicial no qual a parte autora afirma que contratou empréstimo de refinanciamento, e, após a contratação, percebeu que havia taxa a ser paga. Após instrução processual, sobreveio sentença (Id. n° 15535732) que com fulcro no art. 487, I, do CPC julgou O PEDIDO INICIAL TOTALMENTE IMPROCEDENTE. Inconformada com a sentença proferida, a parte autora interpôs o presente recurso inominado, requerendo a procedência dos pedidos iniciais. Contrarrazões da parte recorrida (id 15535736). É o sucinto relatório.
Origem:
RECORRENTE: ANTONIO MARCELO PEREIRA DE ALCANTARA
Advogados do(a) RECORRENTE: ANDREIA SARAIVA DE DEUS - PI11439-A, DOUGLAS RONNY FARIAS COUTINHO - PI13858-A
RECORRIDO: CREDIPI PROMOTORA DE VENDAS LTDA - ME, BANCO DO BRASIL SA
REPRESENTANTE: BANCO DO BRASIL SA
Advogado do(a) RECORRIDO: RAFAEL DE MORAES CORREIA - PI4260-A
Advogado do(a) RECORRIDO: NELSON WILIANS FRATONI RODRIGUES - PI8202-A
RELATOR(A): 2ª Cadeira da 1ª Turma Recursal
VOTO
VOTO Presentes os pressupostos de admissibilidade, conheço do recurso. Após a análise dos argumentos dos litigantes e do acervo probatório existente nos autos, entendo que a sentença deve ser mantida por seus próprios fundamentos, o que se faz na forma do disposto no artigo 46 da Lei 9.099/95, com os acréscimos constantes da ementa que integra este acórdão. “Art. 46. O julgamento em segunda instância constará apenas da ata, com a indicação suficiente do processo, fundamentação sucinta e parte dispositiva. Se a sentença for confirmada pelos próprios fundamentos, a súmula do julgamento servirá de acórdão.”. Ante o exposto, conheço do recurso e nego-lhe provimento, mantendo a sentença por seus próprios e jurídicos fundamentos. Ônus de sucumbência pelo recorrente, o qual condeno no pagamento de honorários advocatícios sucumbenciais no percentual de 10% sobre o valor corrigido da causa. Porém, deve ser suspensa a exigibilidade do ônus de sucumbência, nos termos do artigo 98, §3º, do CPC, em razão da justiça gratuita concedida. É como voto. Teresina(PI), assinado e datado eletronicamente.
Teresina, 18/12/2024
0803981-78.2021.8.18.0167
Órgão Julgador2ª Cadeira da 1ª Turma Recursal
Órgão Julgador Colegiado1ª Turma Recursal
Relator(a)ELVANICE PEREIRA DE SOUSA
Classe JudicialRECURSO INOMINADO CÍVEL
CompetênciaTurma Recursal
Assunto PrincipalDefeito, nulidade ou anulação
AutorANTONIO MARCELO PEREIRA DE ALCANTARA
RéuCREDIPI PROMOTORA DE VENDAS LTDA - ME
Publicação07/01/2025